Embora alguns analistas tenham levantado preocupações de que o projeto, aprovado no domingo (21), possa achatar os lucros corporativos e exigir mais custos, eles disseram que muito do impacto negativo já está precificado.
O índice Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, avançou 0,41%, para 10.785 pontos. O Nasdaq Composite subiu 0,88%, para 2.395 pontos. O Standard & Poor's 500 ganhou 0,51%, para 1.165 pontos.
"Independente de gostar ou não do setor de saúde, há agora certeza sobre o que vai acontecer", disse Matt Kaufler, gerente de portfólio e analista de ações da Clover Capital Management, em Rochester, Nova York.
Entre as companhias farmacêuticas, Pfizer subiu 1,4%, enquanto Merck avançou 0,6%. Ambas estão listadas no Dow Jones.
Do lado das empresas de seguro de saúde o desempenho foi divergente. WellPoint recuou 1,1%, ao passo que Aetna teve alta de 0,5%. Molina Healthcare, que deve se beneficiar da ampliação dos benefícios médicos à população, apreciou-se 3,6%.
Muitas companhias de seguro de saúde registraram fortes ganhos na semana anterior à aprovação do projeto. O índice do Morgan Stanley para o setor subiu 1,3%, sexta alta seguida.
Após um início de pregão negativo, o Dow recuperou-se e marcou a nona valorização em 10 sessões, na máxima em 17 meses.
"O fato de não termos visto uma grande queda mais cedo ajudou a fortalecer a confiança no mercado como um todo", afirmou Robert Pavlik, estrategista-chefe de mercado da Banyan Partners, em Nova York.







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